Programa da FAPESP em operação desde 1997 que financia pesquisa de alto risco tecnológico em pequenas empresas sediadas no Estado de São Paulo. Recurso não reembolsável, sem exigência de contrapartida financeira na Fase 1.
- O que você ganha
- Recurso não reembolsável para a pesquisa, incluindo bolsas, materiais e serviços de terceiros.
- Quanto
- Definido por fase. A Fase 1 cobre a prova de conceito; a Fase 2 financia o desenvolvimento.
- Prazos
- Fluxo contínuo na Fase 1 e na Fase 2 Indireta, pelo SAGe.
Quem este programa alcança
As duas perguntas que mais eliminam candidatos são regime tributário e porte. O cruzamento abaixo responde as duas de uma vez.
Quem não pode usar
Esta é a informação que mais economiza tempo — e a que quase nunca aparece nos portais oficiais.
- O PIPE é da FAPESP e exige que a empresa esteja sediada no Estado de São Paulo. Em outros estados, procure a FAP local — quase todas têm programa equivalente.
O que a empresa precisa cumprir
Os requisitos como a norma os colocava quando isto foi escrito. Confirme cada um na fonte oficial antes de protocolar: é ela que vale.
- Empresa sediada no Estado de São Paulo.
- Pequeno porte.
- Pesquisador responsável com vínculo com a empresa durante o projeto.
- Projeto com risco tecnológico (critério formal da FAPESP).
Como acessar
O caminho passa por FAPESP — o endereço certo está na fonte oficial ao lado.
- Escolher a fase adequada (Fase 1 para prova de conceito).
- Cadastrar a proposta no sistema SAGe da FAPESP.
- Submeter em fluxo contínuo — Fase 1 e Fase 2 Indireta não têm data de corte.
- Verificar se o projeto se encaixa em alguma trilha temática (Jornada Tecnológica, Soberania Digital, Saúde, Agro).
O que costuma dar errado
A FAPESP avalia risco tecnológico, não plano de negócios. Propostas que descrevem só o mercado, sem o desafio científico, costumam ser recusadas.